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Marrocos: recrutadores para Iraque pegam até 8 anos de prisão

Um tribunal marroquino condenou nesta terça-feira a penas de entre um e oito anos de prisão os 29 agentes recrutadores para a Guerra no Iraque, entre eles um sueco de origem marroquina, informou uma fonte judicial.

AFP |

O principal acusado, Khalid Uld Ali Ben Tahar, foi condenado a oito anos, outros seis "recrutadores" a seis anos, sete deles a quatro anos e os últimos de quatro a tres anos de prisão, entre eles Ahmed Essafri, de 54 anos, um sueco de origem marroquina casado com uma sudanesa.

O promotor tinha solicitado penas de até 25 anos de prisão.

Desmantelada em 2007, a rede tinha 30 integrantes, mas um morreu na prisão, segundo funcionários da Justiça.

O grupo era acusado de "recrutar marroquinos para o Iraque" e de "formação de quadrilha para cometer atos terroristas".

Segundo a acusação, a chamada célula "de Tetuán" era "uma estrutura terrorista com ramificações internacionais especializada no recrutamento de voluntários (marroquinos) para o Iraque", que mantinha laços com grupos terroristas como o argelino Grupo Salafista para a Predicação e o Combate (GSPC), rebatizado de Al-Qaeda no Magreb Islâmico (BAQMI).

sk/LR

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