Manifestantes russos exigem monarquia, 90 anos depois da morte do czar

Centenas de monárquicos russos lembraram hoje em Moscou a morte do último czar russo Nicolau II, executado junto com a família pelos bolcheviques há 90 anos, e defenderam a volta da monarquia na Rússia.

AFP |

"A democracia não tem futuro. Temos que retornar à monarquia", afirmou um dos manifestantes em Moscou, Ivan Koltsev, estudante de 20 anos, que vestia uma camiseta com os dizeres: "Glória à Rússia: pelo czar e pela pátria" e agitava bandeira imperial branca, amarela e negra.

"O povo russo tem que se arrepender desse crime" cometido pelos bolcheviques, declarou Vladimir Osipov, líder do movimento monárquico.

Em Ekaterinburgo (Urais), onde Nicolau II e sua família foram executados pelos bolcheviques em 17 de julho de 1918, a grã-duquesa Maria Vladimirovna, que se proclama sua herdeira, estimou que a monarquia é o melhor sistema político.

A grã-duquesa, que vive atualmente em Madri, disse querer voltar à Rússia sempre e quando os russos a apoiarem.

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