Mandela receberá várias mensagens de texto por seu 90º aniversário

(embargada até as 20h de hoje em Brasília) Londres, 15 jun (EFE) - A organização de luta contra a aids auspiciada por Nelson Mandela, 46664, convocou as pessoas a parabenizar o ex-presidente sul-africano por seu 90º aniversário com uma mensagem de texto, a fim de criar a maior felicitação virtual de aniversário da história. A campanha começa nesta segunda-feira, 46.664 minutos antes de seu aniversário, e as linhas de telefone estarão abertas até 18 de julho, quando Mandela completa 90 anos.

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Além do nome da instituição que luta contra a propagação do vírus da aids auspiciada pelo ex-líder, 46664 é o número de dias que Mandela ficou durante seus 27 anos na prisão da ilha de Robben sob o regime do Apartheid.

A receita obtida com as mensagens de texto irá para a Fundação Nelson Mandela, a principal instituição que zela pelo legado do primeiro presidente negro da África do Sul, assim como por outras organizações beneficentes apoiadas pelo ex-líder.

Alguns amigos e partidários do ex-presidente já enviaram sua mensagem, entre eles o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair e sua esposa, Cherie, e a cantora americana Sheryl Crow.

Em mensagem conjunta, os Blair afirmam que o nome de Mandela "estará associado para sempre com a batalha pela justiça, pela liberdade e pela democracia".

Todas as mensagens recebidas serão exibidas no site www.happybirthdaymandela.com.

Também como parte das celebrações por seu 90º aniversário, o Hyde Park londrino receberá em 27 de junho um grande show em homenagem ao ex-presidente sul-africano e Nobel da Paz Nelson Mandela, cuja renda irá para a luta contra a aids.

Mandela participará do show do Hyde Park -onde possivelmente anunciará sua aposentadoria definitiva do ativismo-, além de outros atos organizados em sua homenagem com o objetivo de arrecadar fundos para as organizações que apadrinha.

O encontro musical lembra também os 20 anos desde o histórico concerto Free Mandela de 1988 na capital britânica, que pedia sua libertação da prisão sul-africana, o que aconteceu dois anos depois.

EFE ep/db

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