Mais três assistentes sociais são sequestrados na Somália

Por Abdi Sheikh e Mohamed Ahmed MOGADÍSCIO (Reuters) - Homens armados seqüestraram na Somália central três membros de organizações de ajuda neste domingo, entre eles possivelmente um belga e um holandês, disseram um colega e um representante local.

Reuters |

Em um incidente separado, homens armados e mascarados mataram um funcionário somali de outro centro de caridade na cidade de Merka, de acordo com testemunhas.

Os ataques contra organizações humanitárias na Somália, normalmente atribuídos a rebeldes islâmicos e a milícias ligadas a clãs, diminuíram a capacidade das agências para responder à crise humanitária que, para muitos, é a mais aguda da África.

O representante local Hassan Maalin disse à Reuters, por telefone: "Homens não identificados seqüestraram dois trabalhadores do MSF belga na região de Bakol."

Em Bruxelas, a organização afirmou que perdeu contato com uma equipe médica na região e que corria atrás de mais informações.

"A equipe inclui dois membros estrangeiros, um belga e um holandês. Estamos contactando as famílias. Por ora, não podemos dar nenhum nome," afirmaram em comunicado.

No outro incidente, em Merka, "Omar Sharif, que trabalhava para a Care International, foi baleado perto da mesquita. Homens armados e mascarados atiraram nele e ele morreu no local", disse Ahmed Hussein, morador de Merka, por telefone.

Um dos colegas de Sharif disse à Reuters que combatentes do grupo al Shabaab, que segundo Washington está ligado à al Qaeda, proibiu a Care e outras agências de auxílio de trabalharem na região desde o fim de janeiro.

(Reportagem adicional de Ibrahim Mohamed em Mogadíscio e Jan Strupczewski em Bruxelas)

REUTERS DL

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