Mais de 400 mil estudantes voltam as aulas no Chile após terremoto

Santiago do Chile, 3 abr (EFE).- O ministro da Educação do Chile, Joaquín Lavín, anunciou hoje que 400 mil estudantes retomarão as aulas nesta segunda-feira, após o terremoto e posterior maremoto que assolou o centro-sul do país no dia 27 de fevereiro.

EFE |

Lavín visitou este sábado o Instituto Barros Arana, na capital chilena, que reiniciará o ano letivo, da mesma forma que muitos estabelecimentos situados na Região de O'Higgins, Maule e Bio Bío, todas afetadas pelo desastre natural.

No dia 13 de março, o presidente do Chile, Sebastián Piñera, fixou um prazo de dois meses para restabelecer a normalidade nas áreas de saúde, educação e transporte.

Concretamente, exigiu a seu ministro da Educação, que em um prazo de 45 dias as cerca de 1,2 milhões de crianças que ainda não iniciaram as aulas estejam nas salas começando o ano letivo.

O Internado Nacional Barros, onde este sábado esteve Lavín, abriga a cerca de 1,7 mil estudantes, 500 deles em regime de internato.

Após o terremoto, 22 salas ficaram inutilizadas, o que obrigará o colégio a fazer turnos duplos, como anunciou o diretor do estabelecimento, Juan Yáñez.

Faltando 23 dias para a meta presidencial, há 550 mil alunos sem salas, sendo que 353 mil correspondem à região de Bio Bío e 163 mil à do Maule.

Lavín explicou que a partir da segunda-feira os municípios devem dispor dos 10,7 milhões de pesos (US$ 20,38 milhões) aprovados no plano de emergência de reparação de colégios.

"Os municípios terão um período máximo de três semanas para efetuar os consertos e assim permitir o ingresso dos alunos até 26 de abril", sentenciou o ministro da Educação. EFE mc/pb

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