Mil e quinhentos policiais e o mesmo número de integrantes de outras forças de segurança protege o exclusivo complexo hoteleiro localizado nos pampas, a 70 km de Buenos Aires, onde acontece nesta terça-feira a cúpula da Unasul, com a participação de oito presidentes." /

Mil e quinhentos policiais e o mesmo número de integrantes de outras forças de segurança protege o exclusivo complexo hoteleiro localizado nos pampas, a 70 km de Buenos Aires, onde acontece nesta terça-feira a cúpula da Unasul, com a participação de oito presidentes." /

Mais de 3 mil homens protegem cúpula da Unasul na Argentina

Mil e quinhentos policiais e o mesmo número de integrantes de outras forças de segurança protege o exclusivo complexo hoteleiro localizado nos pampas, a 70 km de Buenos Aires, onde acontece nesta terça-feira a cúpula da Unasul, com a participação de oito presidentes.

AFP |

Mil e quinhentos policiais e o mesmo número de integrantes de outras forças de segurança protege o exclusivo complexo hoteleiro localizado nos pampas, a 70 km de Buenos Aires, onde acontece nesta terça-feira a cúpula da Unasul, com a participação de oito presidentes.

"Mais de 1.500 policiais e 1.500 militares e agentes da polícia fluvial, divididos em três anéis de segurança, fazem parte da operação", disse à AFP uma fonte ligada à organização.

Os três anéis de ação começam na estrada próxima ao hotel, onde foram instaladas câmeras; continuam nos arredores do moderno complexo e terminam no interior do hotel, contando, também, com a vigilância de mergulhadores, a partir de uma lagoa localizada nas proximidades.

Os presidentes visitantes, Luiz Inacio Lula da Silva, José Mujica (Uruguai), Rafael Correa (Equador), Fernando Lugo (Paraguai), Sebastián Piñera (Chile), Evo Morales (Bolívia) e Hugo Chávez (Venezuela), além dos chanceleres de Colômbia, Peru, Suriname e Guiana e suas delegações ocuparão grande parte dos 159 luxuosos apartamentos, com diária ao preço de 532 dólares para turistas.

A enorme estrutura do complexo hoteleiro emerge na solidão dos pampas, de onde se vislumbra uma das zonas agrícolas mais ricas do país em direção à cidade de Rosário (310 km ao norte), o principal porto de soja da Argentina, que há vários anos modificou seu perfil produtivo rural.

A tranquilidade do lugar contrasta com o frenesi das delegações que chegam ao local para a reunião de chanceleres desta segunda-feira, e para a de terça-feira, dos presidentes.

Trezentos jornalistas já chegaram para o evento, impedidos, no entanto, de se deslocarem pelas áreas onde circulam os representantes da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

str-ol/dm/ma

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