Mais de 2.000 policiais mobilizados para a cúpula do Mercosul

Mais de 2.000 agentes estão encarregados de policiar as ruas durante a XXXVII reunião presidencial do Mercosul, nesta quinta e na sexta-feira na capital paraguaia, para prevenir incidentes durante manifestações previstas para começar amanhã, anunciou a polícia.

AFP |

Os agentes serão mobilizados nas imediações de hotéis, do aeroporto e da sede do evento, o centro de convenções da Confederação Sul-Americana de Futebol.

Estão previstas manifestações de indígenas, camponeses e uma greve no transporte público na capital paraguaia.

Uma paralisação de 72 horas, de quarta a sexta, foi convocada por três federações de motoristas que exigem do presidente paraguaio Fernando Lugo o levantamento de medidas que proíbem a circulação dos chamados "ônibus chatarra", isto é, veículos com 30 anos de antiguidade.

Lugo receberá os presidentes Cristina Kirchner da Argentina, Inácio Lula da Silva do Brasil, Michelle Bachelet do Chile, Tabaré Vázquez do Uruguai, Evo Morales da Bolívia, Rafael Correa do Equador e Hugo Chávez da Venezuela.

Os presidentes de Paraguai, Uruguai, Argentina e Brasil, membros plenos do bloco, devem resolver assuntos pontuais relacionados à tarifa externa comum (TEC) e ao intercâmbio comercial tendo como base a transação em moeda local.

Espera-se, também, a aprovação de medidas para o combate conjunto da epidemia da gripe suína.

Lugo fará um balanço da presidência pro tempore que acumulou nos últimos seis meses e entregará o posto ao colega uruguaio, Tabaré Vázquez.

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