Mafioso é condenado à prisão perpétua em Nova York

Nova York, 18 ago (EFE).- Um dos chefes da família mafiosa Genovese, Angelo Prisco, foi condenado hoje à prisão perpétua depois que um júri o considerou culpado dos crimes de assassinato, chantagem e roubo, anunciou a Promotoria do Distrito Sul de Nova York.

EFE |

O principal responsável da Promotoria, Preet Bharara, assegurou em comunicado que a pena imposta pela juíza Naomi Reice Buchwald põe fim a uma "trajetória de décadas" protagonizada por Prisco nas altas esferas da família Genovese, marcada pela "violência e intimidação".

As autoridades americanas afirmam que Prisco fazia parte da Cosa Nostra desde finais dos anos 70 e após subir na hierarquia dos Genovese se beneficiou das atividades criminosas que os subordinados realizavam em Nova York e no vizinho estado de Nova Jersey.

Entre as ações atribuídas a ele está o planejamento do assassinato, em 1992, de seu primo e membro da Cosa Nostra, Angelo Sangiuolo, sob as ordens do então líder dos Genovese, Vincent Gigante.

Sangiuolo, que supostamente tinha roubado um membro da organização, recebeu três tiros ao sair de um local do bairro nova-iorquino do Bronx ao qual Prisco o tinha chamado, segundo a Promotoria.

Prisco também foi considerado culpado de vários assaltos à mão armada cometidos em joalherias nova-iorquinas entre 1991 e 1992, com os quais o mafioso obteve US$ 20 mil em dinheiro e uma bolsa com ouro avaliado em US$ 50 mil. EFE jju/db

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