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Livro sobre missão Apollo 11 inclui pedaço de meteorito lunar

Belén Palanco. Redação Central, 29 jul (EFE).- Ter um pedaço de meteorito lunar exclusivo agora está ao alcance dos colecionadores que comprarem o livro MoonFire, precisamente 12 das 1,969 mil cópias editadas para comemorar o 40º aniversário da missão do Apollo 11.

EFE |

Esse fragmento do "mineral mais raro achado na Terra", segundo contou à Agência Efe por e-mail Nina Wiener, coeditora de "MoonFire" e editora-chefe da "Taschen" nos Estados Unidos, define esse projeto como, "sem dúvida", o mais relevante realizado pelo editora desde "Goat", de 2004, sobre o ex-pugilista Mohammed Ali.

"MoonFire" foi lançado com uma tiragem de 1969 cópias -em honra ao ano do lançamento dessa nave espacial americana-, nas quais traz fotos inéditas da chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969, e trechos do livro "Of A Fire on the Moon", do americano Norman Mailer.

Atualmente só serão vendidas "as primeiras 1957 cópias" por 750 euros (US$ 1.064) antes das 12 da edição "Lunar Rock" -de 1958 a 1969-, cujo preço ainda é uma incógnita.

A peculiaridade se alimenta em parte disso: o preço será revelado à medida que for taxado o "valor de cada pedra" que se juntar a cada um desses exemplares da tiragem especial "Lunar Rock" em uma cápsula "criada pelo desenhista industrial Marc Newson", afirmou a coeditora.

Os 1969 "MoonFire" têm em comum o conteúdo e o fato de que serão distribuídos com uma cópia de 32,5 x 40 centímetros de uma foto assinada pelo primeiro homem que caminhou na superfície lunar, Buzz Aldrin.

E também reúne trechos de artigos redigidos pelo romancista americano Norman Mailer para a revista "Life" sobre este fato histórico sem precedentes e que foram compilados "em 1970" no livro "Of a Fire on the Moon".

"MoonFire" -um trocadilho de "Of A Fire on the Moon"- é, segundo a editora, o primeiro volume publicado após a morte de Norman Mailer.

Em seus 13 capítulos e 358 páginas, este volume de capa dura de 36,5 x 44 centímetros vai além de fornecer o impacto visual que a missão do "Apollo 11" teve com "a análise histórica, científica e filosófica de Mailer para contar a história".

O projeto, desenvolvido entre Nina Wiener e Benedikt Taschen e "junto com Larry Schiller da (fundação) Norman Mailer Estate em 2008", reúne as primeiras imagens tiradas com uma câmera Hasselblad 500 EL por Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins, astronautas do "Apollo 11".

E, em consequência, entre as "mais de 500 imagens, a maioria delas fotografias, mas também instantâneas de filmes, mapas e pinturas", algumas delas veem pela primeira vez à luz, segundo indicou Wiener.

Isso depois de terem permanecido em fundos de "arquivos da Nasa, do National Archives, do Serviço Geológico dos EUA (USGS, em inglês) e de outras agências estatais que apoiaram a missão" do "Apollo 11", assim como "a revista 'Life' e muitos fotógrafos e coleções privadas". EFE bp/db

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