Livni rejeita presença de observadores internacionais na Faixa de Gaza

Jerusalém, 5 jan (EFE).- A ministra de Assuntos Exteriores de Israel, Tzipi Livni, rejeitou hoje a presença de observadores internacionais na Faixa de Gaza, invadida por terra pelo Exército israelense no sábado.

EFE |

Em coletiva de imprensa, Livni disse que não acredita que a presença de observadores internacionais poderia ajudar neste momento, e afirmou que Israel precisa de mais tempo para concluir a operação, informaram veículos de comunicação locais.

Livni também destacou que não deseja que a ação militar termine de um modo que legitime o Hamas, o que descarta a possibilidade de assinar uma trégua com o movimento islâmico.

"Não fazemos tratos com os terroristas, lutamos contra eles", disse a chefe da diplomacia israelense, que ressaltou que fazer acordo com os terroristas impede que seja realizado um processo de paz "real".

Livni fez as declarações depois de se reunir hoje com uma delegação da União Européia (UE), liderada pelo ministro das Relações Exteriores tcheco, Karel Schwarzenberg, e da qual também participa o chanceler francês, Bernard Kouchner.

A ministra israelense assegurou em entrevista coletiva após o encontro que Israel vai "mudar a equação (de poder) na região", e disse que acabaram "os dias em que o Hamas lança foguetes e Israel se defende".

A chanceler destacou que o Oriente Médio está dividido entre "moderados" e "extremistas", e todos os países na região "devem escolher de que lado estão".

Israel, acrescentou, representa a batalha na região contra "o extremismo e o terror". EFE aca/db

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