Livni expressa pessimismo com destino de israelenses seqüestrados na Índia

Jerusalém, 28 nov (EFE) - A ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, mostrou hoje pessimismo sobre o destino dos israelenses que foram feitos reféns em um centro judeu de Mumbai na onda de atentados que atingiu na quarta-feira essa cidade indiana.

EFE |

"Não há motivo para o otimismo", disse Livni à imprensa, pouco depois de uma equipe de resgate israelense ter informado sobre o surgimento de cinco corpos no centro Chabad, após forças de segurança indianas terem tomado o controle do prédio.

Apesar de a equipe de resgate não ter identificado os corpos no centro, seis israelenses permaneciam como reféns no local, entre eles o rabino Gabriel Holzberg e sua mulher, Rivka.

"Não temos dúvida de que o objetivo dos terroristas eram os judeus e os israelenses, identificados com os ocidentais, com os americanos e britânicos", disse Livni.

Os reféns que permaneciam no centro Chabad faziam parte dos 17 israelenses que, conforme o Ministério de Exteriores de Israel especificou nesta manhã, estão em situação de "desaparecidos" em Mumbai desde os ataques terroristas.

Entre eles também figuravam quatro israelenses que eram reféns no Hotel Oberoi e que foram libertados após a recuperação do controle do outro edifício pelas forças de segurança indianas.

Na quinta-feira à noite, Livni destacou que Israel "oferece às autoridades indianas toda a ajuda que precisarem", uma proposta que, de acordo com a imprensa local, ficou sem resposta.

O jornal israelense "Ha'aretz" publicou hoje que "as autoridades indianas não parecem muito interessadas em dar publicidade a qualquer tipo de ajuda israelense em questão de segurança". EFE amg/db

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