Lista do Patrimônio Mundial ganha 8 novas maravilhas

A Lista do Patrimônio Mundial da Unesco ganhou mais oito maravilhas naturais, depois da recomendação da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Os novos locais são o arquipélogo de Socotorá, no Iêmen, as Colinas Fossilizadas de Joggins, no Canadá, as Lagoas de Nova Caledônia, na França, Saryarka - estepes e lagos no norte do Cazaquistão, o Parque Nacional do Monte Sanqingshan, na China, Surtsey, na Islândia, o Sítio tectônico suíço de Sardona e a Reserva de biosfera da borboleta monarca, no México.

BBC Brasil |

"Esses locais estão entre os melhores que a natureza tem a oferecer", disse David Sheppard, chefe do programa de áreas protegidas da IUCN.

O arquipélago de Socotorá é formado por quatro ilhas no Oceano Índico, em frente à costa do Chifre da África, e já foi chamado de o Galápagos do Índico.

O arquipélago é especialmente rico em flora e fauna. Cerca de 37% das espécies de plantas do local e 90% das espécies de répteis não podem ser encontradas em nenhum outro lugar do mundo.

As Colinas Fossilizadas de Joggins são uma referência à Idade do Carvão, há cerca de 300 milhões de anos, e por ali passaram os primeiros répteis da história da Terra.

As Lagoas da Nova Caledônia, na França, são um dos três maiores sistemas de corais do mundo.

As estepes e lagos de Saryarka servem de campo de alimentação para cerca de 15 milhões de pássaros e são o habitat natural do antílope Saiga.

O Parque Nacional do Monte Sanqingshan, na China, foi indicado por causa de sua beleza extraordinária, devido aos pilares de granito com formatos diversos.

Surtsey, na Islândia, é uma ilha nova formada por erupções vulcânicas no período de 1963 a 1967. O local tem sido protegido legalmente desde seu surgimento e, por isso, serve como um laboratório natural para o mundo, livre de interferência humana.

O Sítio tectônico suíço de Sardona tem montanhas formadas por colisões continentais e vem sendo estudado desde o século 18.

Já a Reserva de biosfera da borboleta monarca, no México, é o local escolhido por bilhares de borboletas monarca depois de uma viagem de até 4,5 mil km para hibernar durante o inverno.

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