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Lieberman defende isolar Irã e chama Síria de quartel de terroristas

Berlim, 25 abr (EFE).- O ministro de Assuntos Exteriores israelense, Avigdor Lieberman, descarta que a Síria seja um verdadeiro parceiro no processo de paz no Oriente Médio por ser um quartel-general de grupos terroristas como o Hamas e a Jihad e defende a necessidade de isolar o Irã.

EFE |

"A melhor forma de deter o programa nuclear iraniano são sanções duras. Por isso, o Conselho de Segurança da ONU e a União Europeia (UE) devem impor sanções mais duras e efetivas. O Irã deve ser isolado; só isso pode dar resultado", sustenta hoje Lieberman em uma entrevista ao jornal "Berliner Zeitung".

O ministro critica o apoio da Síria ao programa nuclear iraniano assim como seu "respaldo" ao contrabando de armas para a milícia libanesa xiita Hisbolá no sul do Líbano.

Na opinião do chanceler israelense, o verdadeiro "eixo do mal" é integrado pelo Irã, Síria, Coreia do Norte e Venezuela.

"A cooperação do Irã com a Coreia do Norte, com Hugo Chávez (presidente da Venezuela) e com a Síria é o autêntico eixo do mal", afirma Lieberman na entrevista.

Além disso, o ministro defende a adoção de novas "soluções políticas" ao conflito entre israelenses e palestinos com condições prévias de "segurança e estabilidade".

Para o ministro, a prioridade para Israel é a segurança, enquanto que para os palestinos é o desenvolvimento econômico.

"O papel dos Estados Unidos, da UE e Japão não pode se limitar a transferir dinheiro às autoridades palestinas. Devem investir mais em projetos concretos para criar novos postos de trabalho para os palestinos", diz Lieberman.

Segundo ele, sem essa premissa, "será impossível convencer o povo de que um futuro melhor o espera e que uma solução pacífica pode oferecer algo a cada cidadão". EFE nvm/bba

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