Líderes do Congresso vão a Boston para missa fúnebre de Ted Kennedy

Washington, 29 ago (EFE).- Dezenas de líderes do Congresso dos Estados Unidos viajaram hoje a Boston, em Massachusetts, para participar da missa fúnebre a Edward Kennedy, que será enterrado no Cemitério Nacional de Arlington, perto de Washington.

EFE |

Imagens de televisão mostraram cerca de 58 líderes democratas e republicanos do Senado, assim como 21 ex-líderes da Câmara Alta, entrando em ônibus particulares rumo à cidade de Boston, bastião do liberalismo nos EUA.

O corpo de Ted Kennedy está na Biblioteca Presidencial JFK, em Boston, desde quarta-feira.

Kennedy morreu na noite da terça-feira aos 77 anos, após uma luta de 15 meses contra um câncer cerebral e, desde então, dezenas de milhares de pessoas dentro e fora dos EUA, tanto figuras políticas quanto pessoas comuns lhe prestaram homenagem.

Calcula-se que cerca de 50 mil pessoas passaram pelo emblemático edifício em Boston para se despedir do patriarca do clã Kennedy.

O caixão, coberto com a bandeira americana, será levado à Basílica de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, uma igreja que reunirá amigos e rivais de Kennedy e que tem muito simbolismo para Kennedy, que praticava o catolicismo.

Segundo as autoridades, a missa fúnebre de aproximadamente duas horas, a partir das 10h30 (11h30 de Brasília), será presidida por sete sacerdotes, e contará com a presença de várias personalidades políticas americanas, entre cerca de 1,5 mil convidados.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pronunciará algumas palavras. Embora fontes da Casa Branca não quiseram antecipar à imprensa o texto, indicaram que este refletirá o legado de Kennedy na vida nacional desde que foi eleito ao Senado, em 1962.

Entre os convidados, também estão os ex-presidentes George W.

Bush, Bill Clinton e Jimmy Carter. George Bush pai não estará presente, porque considerou que bastava a presença de seu filho.

Além disso, assistirão à missa cerca de 60 senadores, membros da Câmara de Representantes, incluindo a presidente desta Câmara, Nancy Pelosi, e um magistrado do Tribunal Supremo, Stephen Breyer, que foi assessor de Kennedy. EFE mp/an

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