Líderes de grupo de apoio a presos da ETA pegam de 8 a 10 anos de prisão

Madri, 17 set (EFE).- A Justiça espanhola condenou hoje a penas de 8 a 10 anos de prisão 21 dirigentes de um grupo de apoio dos presos da ETA e suas famílias, por considerar que também são responsáveis pelo terrorismo.

EFE |

O anúncio foi feito pela juíza Teresa Palacios, presidente do tribunal que investigou os incidentes ocorridos entre abril e junho.

A Justiça espanhola condenou à pena máxima, de 10 anos de prisão, Juan María Olano - porta-voz e figura mais conhecida do grupo "Gestoras Pro Amnistía" -, Julen Zelarain e Aitor Ángel Junco.

Outros três líderes desta organização, processados pelos mesmos crimes, foram absolvidos.

A sentença decretou também a ilicitude e dissolução do "Gestoras Pro Amnistía", que foi declarado ilegal de forma provisória pelo juiz Baltasar Garzón nos dias 19 de dezembro de 2001 e 5 de fevereiro de 2002, respectivamente.

O "Gestoras Pro Amnistía" surgiu no País Basco com o propósito de ajudar os presos da ETA, tanto em suas necessidades humanas como jurídicas, e para atender economicamente aos familiares e lhes oferecer apoio e proteção. EFE nac/mh

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG