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Líderes das manifestações de 1989 na Praça da Paz Celestial (Tiananmen) em Pequim, violentamente reprimidas, pediram democracia na China.

Nove dos mais importantes líderes do protesto estudantil, que hoje vivem no exílio, se reuniram em uma entrevista coletiva em Washington, onde respeitaram um minuto de silêncio pelas centenas - talvez milhares - de mortes pelas tropas do Exército chinês.

"Nosso objetivo irrenunciável é construir uma China democrática", afirmam os dissidentes em um comunicado lido por Wang Dan, um dos principais organizadores dos protestos, que atualmente vive nos Estados Unidos.

"Convocamos a geração do massacre de 1989, tanto na China como no exterior, assim como aqueles que nos precederam e os que virão depois de nós a trabalhar juntos e unir nossas forças", completa o comunicado.

sct/fp

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