Líder uigur diz que 800 foram mortos na China

Roma, 8 jul (EFE).- Um dos líderes da etnia uigur na Europa, Erkin Alptekin, disse hoje em Roma que 800 pessoas morreram nos distúrbios ocorridos nos últimos dias na província chinesa de Xinjiang, e que entre 3.

EFE |

000 e 5.000 membros desta minoria étnica foram detidos.

"Para as autoridades chinesas os mortos são 160, mas segundo nossas fontes são 800", afirmou Alptekin em entrevista coletiva organizada pelo Partido Radical italiano.

Alptekin, membro do Congresso Mundial do Povo Uigur, organização no exílio, denunciou que quatro meninas foram decapitadas em Urumqi, a capital da região de Xinjiang, e suas cabeças foram expostas na porta da faculdade de Medicina.

Segundo o dirigente uigur, a violência explodiu em Urumqi após uma manifestação "pacífica".

Alptekin disse que a Polícia tentou dispersá-los com gás lacrimogêneo, e que começou a atirar por não conseguir pôr fim à manifestação.

Pelo menos 140 pessoas teriam sido assassinadas nesse dia, assegurou. EFE JL/mh

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