Líder socialista francesa é acusada de fraudar eleição interna

Dois jornalistas acusam em um livro a chefe dos socialistas franceses, Martine Aubry, de ter cometido fraudes para se garantir no comando do partido, na eleição em que venceu a ex-candidata presidencial Ségolène Royal por poucos votos de diferença.

AFP |

O livro "Hold-ups, arnaques et trahisons" (Assaltos, trambiques e traições, numa tradução livre) relata o transcurso desta eleição, realizada em 21 de novembro do ano passado. Martine Aubry, prefeita da cidade de Lille (norte da França), superou Royal por apenas 102 votos de diferença na votação dos militantes do Partido Socialista (PS).

Os jornalistas Antonin André e Karim Rissouli avaliaram a "amplitude da fraude" em "mil votos em favor de Aubry".

Eles afirmaram terça-feira poder provar suas declarações, e alegaram que só não publicaram estas provas até agora por "cortesia".

Questionada sobre o livro, Royal adiantou que fará "uma declaração solene" dentro de alguns dias.

bur/yw

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