Líder democrata diz que não permitirá libertação de terroristas nos EUA

Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado americano, declarou nesta terça-feira que não permitirá que terroristas sejam libertados nos Estados Unidos, num momento em que a Câmara Alta se preparava para recusar as verbas pedidas pelo presidente Barack Obama para fechar a prisão de Guantánamo.

AFP |

"Jamais permitiremos que terroristas sejam libertados nos Estados Unidos", avisou Reid nesta terça-feira.

"O Senado, tanto democrata como republicano, não quer que terroristas sejam libertados nos Estados Unidos", insistiu.

Questionado sobre a solução do governo para resolver o problema de Guantánamo, Reid se esquivou. "Vamos esperar para ver o plano".

De acordo com Reid, o projeto de orçamento para o financiamento das guerras no Afeganistão e no Iraque até o dia 30 de setembro de 2009 não deve trazer embutidos os recursos financeiros para o fechamento de Guantánamo.

O financiamento que estava previsto no projeto de orçamento deve ser retirado pelos senadores nesta terça-feira.

"Os democratas nada farão sem um plano completo e responsável a ser apresentado pelo presidente", avisou.

O governo pediu 80 milhões de dólares para o fechamento de Guantánamo.

Washington segue determinado a fechar a prisão até janeiro de 2010, apesar da resistência do Congresso, afirmou mais cedo nesta terça-feira o porta-voz do Pentágono, Geoff Morrell.

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