Líder das Farc é condenado a 40 anos de prisão por massacre

Bogotá, 14 jul (EFE).- A Justiça colombiana condenou hoje o principal comandante das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Guillermo León Sáenz, conhecido como Alfonso Cano, a 40 anos de prisão pela morte de 22 pessoas em 2001 no município de Tierra Alta (noroeste).

EFE |

Um tribunal da cidade de Montería considerou responsáveis pelo massacre, além de "Cano", Rodrigo Londoño ("Timochenko"), Luciano Marín Arango ("Ivan Márquez"), Jorge Briceño Suárez ("Mono Jojoy") e Jhoverman Sánchez ("Manteco").

O massacre aconteceu entre 22 e 29 de maio de 2001, quando cerca de 200 guerrilheiros "assassinaram 22 pessoas ao considerá-las ajudantes de grupos de autodefesa (paramilitares)", assinalou a Promotoria em comunicado.

A Promotoria disse que intensificou o trabalho para fazer com que membros da cúpula das Farc, quando capturados, paguem com prisão por seus crimes.

Os membros do chamado Secretariado das Farc receberam dezenas de penas emitidas por diversos juízes que os consideraram responsáveis por vários crimes cometidos como chefes da organização rebelde. EFE fer/rr

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG