Líder da oposição em Israel elogia assassinato de chefe do Hamas

A líder da oposição israelense e ex-chanceler do país, Tzipi Livni, elogiou nesta terça-feira o assassinato de um dirigente do grupo palestino Hamas em um hotel em Dubai.

BBC Brasil |


Suspeita-se que Mahmoud Al-Mabhouh, um dos fundadores do braço armado do Hamas, tenha sido morto por agentes israelenses, embora o país diga que não há provas de envolvimento.

"O fato de que um terrorista foi assassinado, e não importa se foi em Dubai ou Gaza, é uma boa notícia para os que combatem o terrorismo", disse Livni, durante uma conferência em Jerusalém.

"O mundo inteiro deve combater o terrorismo. Qualquer comparação entre o terrorismo e os que o combatem é imoral", completou a ex-chanceler, atualmente liderando a oposição à frente do partido Kadima.

Suspeitas

Mabhouh foi encontrado morto em seu quarto de hotel no dia 20 de janeiro, tendo sido eletrocutado e sufocado. Seus assassinos teriam usado falsos passaportes britânicos, alemães e franceses, segundo a polícia de Dubai, que divulgou fotos de suspeitos, nenhum deles preso até agora.

Imagens divulgadas por Dubai identificam os suspeitos no assassinato de membro do Hamas
Imagens identificam os suspeitos no assassinato de membro do Hamas


Ainda de acordo com a polícia de Dubai, câmeras de segurança teriam gravado imagens de 18 integrantes de um esquadrão envolvido no crime.

O atual ministro das Relações Exteriores israelense, Avigdor Lierberman, comentando as acusações de envolvimento do Mossad, o serviço secreto do país, disse que "Israel nunca responde, confirma ou nega".

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