Líder da OEA pede maior cooperação contra o crime organizado

Washington, 29 abr (EFE).- O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, fez hoje uma enfática convocação aos Estados-membros do bloco para que fortaleçam os mecanismos hemisféricos de cooperação em matéria de luta contra o crime organizado.

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O secretário-geral fez o apelo no âmbito da 7ª Reunião de Ministros da Justiça da OEA, que será realizada até amanhã na sede central do órgão.

Insulza afirmou que uma forma substancial de ativar mecanismos específicos de luta contra a delinqüência é a assinatura e a ratificação de instrumentos jurídicos internacionais com maior incidência nessas matérias.

Convidou os Estados-membros da OEA que ainda não assinaram a fazê-lo e a ratificar as convenções interamericanas contra a corrupção e sobre assistência mútua em matéria penal, assim como as convenções da ONU contra a delinqüência organizada e a corrupção.

"Isso é essencial para afiançar o compromisso de todos os nossos Estados de enfrentar solidariamente esses graves problemas", assegurou Insulza em seu discurso.

O secretário de Justiça dos Estados Unidos, Michael Mukasey, declarou, por sua vez, que "uma das tendências mais significativas que vimos em nosso país é o aumento do crime organizado internacional".

"Este fenômeno - completou - apresenta ao cumprimento da lei um desafio maior do que teve a máfia tradicional".

Ainda segundo Mukasey, o caráter geográfico da ameaça não é a única diferença, já que o grau de sofisticação do crime organizado é também acentuadamente diferente. EFE cae/fr

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