Libertação de reféns é obrigação e não gesto, diz chanceler colombiano

Bruxelas, 4 fev (EFE).- O ministro de Assuntos Exteriores colombiano, Jaime Bermúdez, afirmou hoje que a libertação de reféns por parte das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) é uma obrigação e não um gesto de boa vontade.

EFE |

"O que os colombianos e o Governo pedem é a libertação de todos os sequestrados imediatamente, e de maneira incondicional", assinalou à Agência Efe Bermúdez, que realiza uma visita oficial a Bruxelas junto com o titular de Comércio colombiano, Luis Guillermo Plata.

"Na Colômbia, hoje em dia, os terroristas encontram oportunidades e o compromisso de um Governo para fazer a paz, para oferecer oportunidades dentro da democracia, mas deve haver um compromisso sério de abandonar as armas", insistiu o chanceler.

As Farc libertaram ontem o quinto dos seis reféns que prometeram soltar, o ex-governador Alan Jara, que após mais de sete anos de cativeiro afirmou que a guerrilha não está derrotada e acusou o presidente colombiano, Álvaro Uribe, de não fazer nada pelos sequestrados.

Bermúdez afirmou que o sequestro é "um crime atroz, e que ter pessoas privadas da liberdade em condições subumanas na floresta durante meses e anos é uma afronta contra o ser humano". EFE rja/mh

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