Libertação de discípula de Charles Manson seria uma afronta, diz procurador

A libertação de uma ex-discípula do guru psicopata Charles Manson seria uma afronta à justiça e às famílias das vítimas, anunciou o procurador do Condado de Los Angeles Steve Cooley em carta enviada ao presidente do tribunal de liberdade condicional da Califórnia.

AFP |

Segundo o documento, Susan Atkins, de 60 anos, presa por oito assassinatos, não deveria ser libertada por motivos humanitários.

Atkins foi considerada culpada de participar das mortes brutais da atriz Sharon Tate - assassinada durante gravidez avançada do cineasta Roman Polanski - e de seis pessoas durante matança descontrolada promovida por Manson em 1969.

Nesta terça-feira, a corte de Sacramento deverá responder ao pedido de libertação de Atkins, vítima de câncer no cérebro.

Atkins admitiu ter degolado Tate apesar de ela ter-lhe pedido para poupar o filho ainda não nascido.

Considerado um dos criminosos mais perigosos dos Estados Unidos, Charles Manson, hoje com 73 anos - e ainda na prisão - fundou um grupo que praticou vários homicídios.

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