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Ladrões que operam online roubaram US$ 5,3 bi , diz pesquisa

Ladrões que operam na internet têm acesso a mais de US$ 5 billhões através dos cartões de crédito vítimas de fraudes online, conforme pesquisa realizada pela empresa de programas de segurança para computadores, Symantec. Seus técnicos acompanharam por um ano o mercado negro da internet e viram que números de cartões de crédito eram o item mais popular à venda - 31% de todos os artigos oferecidos online.

BBC Brasil |

Em segundo lugar, estavam os detalhes de contas bancárias - 20% de todos os itens oferecidos em canais de chat criminosos.

A dimensão da fraude foi estimada a partir da multiplicação da média do montante com um cartão roubado, US$ 350, pelos milhões de números de cartões que a Symantec viu sendo oferecidos.

O relatório da empresa revelou ainda que se os ladrões hi-tech esvaziassem todas as contas bancárias que viu sendo oferecidas na internet eles poderiam arrecadar US$ 1,7 bilhões.

Contas encerradas
A Symantec disse que é provável que muitos dos cartões oferecidos para venda sejam inválidos ou tenham sido cancelados, e que as contas bancárias foram encerradas, mas acrescentou que "estes dados são indicativos do valor do mercado negro e do valor potencial do mercado".

Números de cartões de crédito se provaram populares entre os ladrões que operam na internet porque eles são fáceis de se conseguir e usar em operações fraudulentas.

Entre os métodos preferidos pelos criminosos para roubar informações sobre cartões de crédito estão ataques a bancos de dados, phishing (nome dado a e-mails que se dizem falsamente vir de bancos e pedem os dados do "cliente") e clonagem de cartões.

Através de canais de chat secretos e fóruns de discussão em que se entra apenas a convite, ladrões hi-tech formam alianças informais, contatam aqueles que se especializam em uma técnica ou outra ou encontram indivíduos que podem tirar dinheiro de determinados cartões de crédito ou instituições financeiras.

Gangues russas ou do Leste Europeu parecem estar entre as mais organizadas, segundo o relatório.

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