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La Paz não informa Hungria e Romênia sobre mercenários mortos

Bucareste/Budapeste, 21 abr (EFE).- O Governo da Romênia confirmou hoje que um dos três supostos mercenários mortos pela Polícia boliviana na quinta-feira passada tem cidadania romena, mas se queixa por não receber informação oficial de La Paz, mesmo problema relatado pela Hungria, que teria dois cidadãos mortos e um preso.

EFE |

O ministro de Relações Exteriores da Hungria, Péter Balázs, exigiu hoje da Bolívia que envie informação oficial sobre os supostos integrantes da quadrilha de "mercenários", que segundo o Governo boliviano pretendia assassinar o presidente Evo Morales e expressou suas reservas sobre a versão dada por La Paz.

As autoridades bolivianas informaram na quinta-feira passada que três "mercenários" estrangeiros morreram durante operação policial, na cidade de Santa Cruz, contra uma quadrilha terrorista que pretendia assassinar o presidente da Bolívia, Evo Morales.

Balázs disse que não recebeu "nenhuma prova que documentasse esta versão" e disse que tem "dúvidas a respeito, pois as peças do mosaico não se encaixam".

O Ministério de Relações Exteriores da Romênia, embora tenha confirmado a cidadania romena de um dos três mortos, também não recebeu das autoridades bolivianas nenhuma informação sobre as circunstâncias da morte do cidadão romeno, apesar de pedi-la há três dias.

Segundo a Polícia boliviana, na operação morreram Eduardo Rózsa Flores (boliviano, com cidadanias húngara e croata), Árpád Magyarosi (húngaro naturalizado romeno) e Dwyer Michael Martin (irlandês).

Mario Francisco Tadic Astorga (boliviano, com passaporte croata) e Elöd Tóásó (húngaro) foram presos. EFE mn/jp

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