Paris, 25 set (EFE).- A Justiça francesa rejeitou hoje as ações apresentadas pela primeira-dama da França, Carla Bruni, e por Raphaël Enthoven, pai do filho da ex-modelo, contra as revistas Ici Paris e Closer, às quais acusavam de violar a privacidade e os direitos de imagem do menino de sete anos.

O Tribunal de Nanterre entende que não há intrusão na vida privada de Aurelien, e afirma que este foi objeto do interesse midiático por vontade da mãe, que se referiu publicamente ao filho em várias ocasiões.

Os artigos contra os quais Bruni e Enthoven apresentaram a denúncia estavam centrados principalmente na atual esposa do presidente da França, Nicolas Sarkozy, e especulavam sobre a possível paternidade de Enthoven com sua nova companheira.

O tribunal, que tomou sua decisão em procedimento de urgência, condenou cada uma das publicações a indenizar com 4.000 euros (US$ 5.848) por danos e prejuízos e 2.000 euros (US$ 2.924) de custos judiciais a Enthoven pelos artigos que se referiam a seu relação com outra mulher e a suposta paternidade. EFE jaf/an

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