A justiça hondurenha informou nesta terça-feira que o presidente deposto Manuel Zelaya será detido se retornar ao país centro-americano, dias depois de ter sido expulso por um golpe de Estado, apoiado por militares.

A ordem foi emitida na noite de segunda-feira pela magistrada Maritza Arita e divulgada nesta terça-feira pela própria juíza em rádios locais.

Zelaya é acusado em seu país de 18 crimes, entre eles "traição à pátria" e "abuso de autoridade".

O presidente Zelaya foi deposto domingo pelas Forças Armadas em cumprimento de uma ordem judicial que recebeu o apoio do Congresso Nacional.

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