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A justiça americana recusou-se nesta segunda-feira a abandonar o processo contra o diretor de cinema franco-polonês Roman Polanski por um caso de abuso sexual de menor que remonta a 1977.

Uma corte de apelações da Califórnia (oeste dos EUA) rejeitou a demanda de arquivamento do caso interposta no início deste mês pelos advogados de Polanski, que se encontra atualmente em prisão domiciliar em seu chalé de Gstaad, na Suíça.

Os Estados Unidos pediram a extradição do cineasta, detido no dia 26 de setembro em Zurique.

No dia 10 de dezembro, o advogado Chad Hummel denunciou na corte de apelações do segundo distrito da Califórnia graves erros cometidos na época dos fatos pelo juiz encarregado do caso, Laurence Rittenband, que faleceu desde então.

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