Justiça condena 25 islamitas e absolve 15 acusados no Egito

A justiça militar egípcia condenou nesta terça-feira a penas que vão a até 10 anos de prisão 25 dirigentes da Irmandade Muçulmana acusados de financiar uma organização ilegal e absolveu outros 15 acusados.

AFP |

O número três da Irmandade, Jairat Al Chater, e outro dirigente, Hassan Malek, foram condenados a sete anos de prisão cada.

Sete membros do grupo que estão no exterior e foram julgados à revelia foram condenados a 10 anos de prisão. Dezesseis foram condenados a penas que variam de um ano e meio a cinco anos de reclusão.

Os outros 15 acusados foram absolvidos.

Os 40 eram Acusados de "lavagem de dinheiro e financiamento de uma organização proibida" no julgamento, que aconteceu a portas fechadas. O processo começaram em 26 de abril de 2007.

O presidente Hosni Mubarak decidiu transferir o caso à justiça militar, cujos veredictos são inapeláveis.

str-iba/fp

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