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Justiça argentina diz que deputados que não assumirão não cometeram crime

Buenos Aires, 15 ago (EFE).- A Justiça eleitoral argentina considerou que os dirigentes governistas eleitos para deputados nas eleições legislativas de junho, mas que não assumirão o cargo em dezembro, não cometeram crimes.

EFE |

Fontes judiciais citadas hoje pela agência de notícias estatal "Télam" afirmaram que o juiz Manuel Blanco arquivou a causa ao aderir o promotor Sergio Franco ao caso, que afirmou em sua sentença que "não houve engano ao eleitorado".

A denúncia foi apresentada pela opositora União Cívica Radical (UCR) contra os peronistas Daniel Scioli, governador da província de Buenos Aires, e Sergio Massa, que era líder do gabinete de ministros do Governo de Cristina Fernández de Kirchner na época das eleições.

A Justiça rejeitou antes das eleições do dia 28 de junho as impugnações da UCR, que depois do pleito apresentou uma nova denúncia, ao argumentar que os dirigentes tinham enganado o eleitorado, negada agora pelo juiz Blanco.

Scioli e Massa, atual prefeito do município de Tigre, ficaram em segundo e quarto lugar, respectivamente, na lista de candidatos eleitos para deputados na província de Buenos Aires. EFE cw/pd

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