O júri do inquérito público sobre a morte por engano do eletricista brasileiro Jean-Charles de Menezes, em julho de 2005 em Londres, não poderá concluir que se tratou de um assassinato, anunciou nesta terça-feira o juiz responsável pelo processo.

O juiz Michal Wright indicou ao júri que só poderá optar por um veredicto determinando que a morte do brasileiro aconteceu devido a um "homicídio legal", o que poderá deixar sua sentença em aberto. Isso significa que não se poderá decidir que Jean Charles foi assassinado pela polícia londrina.

ame/cn

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