Junta Militar de Mianmar nega que Suu Kyi tenha iniciado greve de fome

Bangcoc, 7 set (EFE).- A Junta Militar de Mianmar (antiga Birmânia) desmentiu hoje que a líder opositora Aung San Suu Kyi tenha iniciado uma greve de fome, depois que o partido dela revelou que está há três semanas se recusando a ingerir alimentos.

EFE |

O diretor da Polícia, general Khin Yee, disse que Suu Kyi recebeu a visita na semana passada de seu advogado e seu médico pessoal, que não comunicou nenhuma anomalia na paciente, de 63 anos, informou a imprensa oficial birmanesa.

Há dois dias, a Liga Nacional pela Democracia (LND) expressou sua preocupação com o estado de saúde da Nobel da Paz, e denunciou que o regime não tinha autorizado a visita do médico e que a ativista tinha começado a rejeitar alimentos, mas não confirmou que fosse uma greve de fome.

Antes, Suu Kyi se negou a encontrar o oficial de "ligação" entre a Junta Militar e a oposição democrática, devido à falta de progresso no diálogo a favor da reconciliação nacional.

A líder opositora permaneceu durante 13 dos últimos 19 anos sob prisão domiciliar em Yangun, enquanto o regime resiste às pressões internacionais para que ela seja libertada. EFE grc/an

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG