Junta Militar birmanesa não libertará Suu Kyi pelo plebiscito de 10 de maio

Bangcoc, 30 abr (EFE).- A líder do movimento democrático birmanês, Aung San Suu Kyi, não será liberada da prisão domiciliar para o plebiscito de 10 de maio sobre o texto constitucional proposto pela Junta Militar, disse hoje o primeiro-ministro tailandês, Samak Sundaravej.

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"Não vão libertar, mas não vão incomodá-la", disse o ultradireitista Sundaravej, que já expressou várias vezes seu apoio ao mapa do caminho que o regime militar birmanês preparou para restabelecer a democracia sem ceder todo seu poder.

Suu Kyi está em prisão domiciliar desde 2003.

Sundaravej, que hoje se reuniu com o primeiro-ministro birmanês, o general Thein Sein, em visita oficial à Tailândia, disse que o Ocidente criticará o ostracismo imposto a Suu Kyi, embora ele tenha considerado aceitável.

A Junta Militar birmanesa anunciou em fevereiro a realização de um plebiscito constitucional em maio, e depois, se a minuta fosse aprovada, haveria eleições legislativas em 2010, às quais Suu Kyi não poderá concorrer, por ter sido casada com um estrangeiro. EFE fmg/an

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