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Juíza pede a júri do Caso da Mala para continuar deliberando

Miami, 29 out (EFE) - A juíza Joan Lena pediu hoje ao júri que julga o caso da mala argentino que tente novamente chegar a um veredicto unânime e que, para isso, continue deliberando amanhã.

EFE |

Lena instruiu os integrantes do júri a seguirem as deliberações e afirmou que eles têm tempo para chegar a uma decisão unânime, já que estavam reunidos apenas desde sexta-feira passada.

O júri no julgamento do empresário venezuelano Franklin Durán, acusado no chamado "caso da mala", comunicou hoje à juíza que não conseguiu chegar a um consenso para emitir um veredicto unânime.

A juíza convocou o advogado de defesa de Durán, Edward Shohat, e o promotor Thomas Mulvihill para tentar chegar a uma decisão que, no final, acabou sendo solicitar ao júri que continue deliberando.

O pedido do advogado de Durán à juíza foi que solicitasse ao júri para tentar alcançar um veredicto unânime.

Durán é acusado de conspirar e agir nos Estados Unidos como um agente de um Governo estrangeiro, o venezuelano, sem se registrar perante a Procuradoria Geral, para ocultar a origem e destino de uma mala com US$ 800 mil do empresário Guido Alejandro Antonini Wilson na Argentina em 2007.

A Promotoria acusa Durán, de 41 anos, de seguir as ordens do Governo do presidente Hugo Chávez, junto com mais três venezuelanos e um uruguaio.

O dinheiro supostamente era uma contribuição financeira à campanha eleitoral da atual governante da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e provinha dos cofres da estatal Petróleos de Venezuela S/A (PDVSA), segundo provas apresentadas pela Promotoria.

Shohat negou que o empresário atuasse como agente do Governo venezuelano e afirma que sua única intenção era ajudar Antonini Wilson, seu amigo de 20 anos. EFE so/db

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