Juíza ordena libertação de suposta infiltrada das Farc no Exército

Bogotá, 10 jul (EFE).- Uma juíza ordenou hoje a libertação da suposta guerrilheira das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) Marilú Ramírez Baquero, acusada de se infiltrar no Exército colombiano.

EFE |

A juíza disse que Ramírez Baquero foi libertada porque a acusação perdeu o prazo para iniciar o processo.

Segundo a magistrada, a acusação foi feita há 127 dias, e desde então havia um prazo de 90 dias para o início do processo, o que não ocorreu.

Ramírez Baquero foi aluna da Escola Superior de Guerra, em um Curso Integral de Defesa Nacional, dirigido a altos oficiais e alguns civis.

Na Universidade Militar Nova Granada, sede dessa escola e o maior complexo militar de Bogotá, houve um atentado terrorista no dia 19 de outubro de 2006.

Ramírez Baquero teve contato com comandantes militares, incluindo generais, e trabalhou no Instituto Nacional Penitenciário e Carcerário (Inpec), na prisão de segurança máxima do município de La Dorada, 195 quilômetros ao noroeste de Bogotá, onde se relacionou com guerrilheiros da Farc presos.

Autoridades colombianas acreditam que um dos objetivos de Ramírez Baquero ao se infiltrar no Exército era colaborar na preparação de um atentado contra o ministro da defesa colombiano, Juan Manuel Santos.

Antes de ser acusada, ela chegou a freqüentar a casa do ministro da Defesa colombiano. EFE er/mh

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