Juiz rejeita ação de loira que diz ter sido levada a pintar o cabelo de castanho

BRIDGEPORT, Connecticut - Um juiz de Connecticut deu a pincelada final na ação movida por uma loira que alegava que a LOreal arruinou sua vida social quando ela acidentalmente pintou seu cabelo de castanho com um de seus produtos.

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Charlotte Feeney afirmou que não consegue mais retomar o tom de loiro original, um choque que a deixou tão traumatizada que ela precisou de remédios contra depressão.

Ela afirma ter sofrido dores de cabeça e ansiedade, sentindo falta da atenção que as loiras recebem e que se confinou em casa usando chapéus a maior parte do tempo.

Um juiz da Corte Superior rejeitou a ação de 2005 na segunda-feira, dizendo que ela nunca provou que a L'Oreal embalou a tinha castanha numa caixa que indicava tinta loira. A companhia também recusa a acusação.

O advogado de Feeney, David Laudano, se recusou a comentar a questão.

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