Juiz nega liberdade condicional para a assassina de Sharon Tate

San Francisco, 16 jul (EFE).- O tribunal de apelações da Califórnia negou a liberdade condicional para Susan Atkins, condenada pelo assassinato da atriz Sharon Tate em 1969 e que, atualmente, sofre de um câncer terminal, informou hoje a imprensa.

EFE |

Os membros do tribunal decidiram nesta terça-feira por unanimidade negar o pedido dos advogados de Atkins, internada em um hospital próximo à prisão desde março e cujo estado de saúde se agravou consideravelmente devido a um câncer cerebral.

Ela foi condenada à morte em 1969 junto a outros seguidores de Charles Manson pelo brutal assassinato de Sharon Tate, esposa do cineasta Roman Polanski, e de outras seis pessoas em agosto desse ano.

Atkins foi a autora das punhaladas a Tate, grávida de oito meses, e alegou estar sob os efeitos do LSD no momento do crime, mas só mostrou arrependimento após sua sentença ser revista, anos depois.

O fato é um dos pontos mais negros da história da Califórnia.

Junto a Atkins, Charles Manson e outros dois membros do grupo foram condenados à morte, mas a pena foi comutada a prisão perpétua quando o Tribunal Superior americano suspendeu temporariamente a aplicação da sentença, em 1972.

Atkins está há 37 anos presa e é, por isso, a mulher que mais tempo passou na prisão na história da Califórnia.

A assassina de Sharon Tate não foi à sua própria revisão de pena e, segundo o marido, mal pode se levantar da cama e quase não consegue conversar, além de ter meio corpo paralisado. EFE pg/db

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