MADRI (Reuters) - O juiz espanhol Baltasar Garzón, alvo de três processos de prevaricação que tramitam no Tribunal Supremo do seu país, pediu para ser transferido para o Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia, na qualidade de assessor do conselho da promotoria, confirmou nesta terça-feira um porta-voz da Audiência Nacional, o tribunal onde ele atua.

Garzón solicitou ao Conselho Geral do Poder Judiciário (CGPJ) para ser comissionado durante sete meses no TPI, um tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) criado em 2002 para julgar crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídios.

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MADRI (Reuters) - O juiz espanhol Baltasar Garzón, alvo de três processos de prevaricação que tramitam no Tribunal Supremo do seu país, pediu para ser transferido para o Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia, na qualidade de assessor do conselho da promotoria, confirmou nesta terça-feira um porta-voz da Audiência Nacional, o tribunal onde ele atua.

Garzón solicitou ao Conselho Geral do Poder Judiciário (CGPJ) para ser comissionado durante sete meses no TPI, um tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) criado em 2002 para julgar crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídios.

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Juiz espanhol Baltasar Garzón pede transferência para Haia

MADRI (Reuters) - O juiz espanhol Baltasar Garzón, alvo de três processos de prevaricação que tramitam no Tribunal Supremo do seu país, pediu para ser transferido para o Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia, na qualidade de assessor do conselho da promotoria, confirmou nesta terça-feira um porta-voz da Audiência Nacional, o tribunal onde ele atua.

Garzón solicitou ao Conselho Geral do Poder Judiciário (CGPJ) para ser comissionado durante sete meses no TPI, um tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) criado em 2002 para julgar crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídios.

Reuters |

MADRI (Reuters) - O juiz espanhol Baltasar Garzón, alvo de três processos de prevaricação que tramitam no Tribunal Supremo do seu país, pediu para ser transferido para o Tribunal Penal Internacional (TPI) de Haia, na qualidade de assessor do conselho da promotoria, confirmou nesta terça-feira um porta-voz da Audiência Nacional, o tribunal onde ele atua.

Garzón solicitou ao Conselho Geral do Poder Judiciário (CGPJ) para ser comissionado durante sete meses no TPI, um tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) criado em 2002 para julgar crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídios.

Uma fonte do CGPJ disse que o pedido será avaliado na quarta-feira.

O convite a Garzón foi feito pelo promotor-chefe do TPI, Luis Moreno Ocampo, num momento em que o juiz espanhol é acusado de prevaricação por ter tentado investigar crimes do franquismo, por ordenar escutas telefônicas num caso de corrupção e por, supostamente, receber dinheiro do banco Santander durante o período em que deu aulas em Nova York.

Se for condenado em algum desses processos, Garzón pode ter de encerrar sua carreira na magistratura espanhola.

(Reportagem de Blanca Rodríguez e Itziar Reinlein)

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