Juiz do caso Jean Charles descarta veredicto de homicídio por imprudência

Londres, 2 dez (EFE).- O juiz da investigação pública sobre a morte do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto em Londres, em 2005, por policiais que o confundiram com um terrorista, afirmou hoje que o júri não poderá emitir um veredicto de homicídio por imprudência.

EFE |

O magistrado Michael Wright disse que o júri popular que deve se pronunciar sobre o caso só poderá definir dois tipos de resolução: homicídio involuntário ou veredicto inconcluso.

O juiz argumentou que, após analisar todas as provas, não "está justificado" um veredicto por imprudência, o que, na prática, poderia fechar as portas para uma investigação policial que busque fazer acusações contra os supostos autores de um crime.

Wright deu essas instruções no início da recapitulação das provas e testemunhos de sete semanas da investigação pública, que aconteceu no estádio de críquete Brit Oval, perto da estação de metrô de Stockwell, onde o brasileiro foi baleado em 22 de julho de 2005. EFE pa/an

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