O juiz espanhol Baltasar Garzón desistiu de investigar o paradeiro dos desaparecidos da Guerra Civil e do franquismo em favor dos tribunais provinciais.

Garzón decidiu enviar a causa a estes tribunais em territórios onde se encontram as 25 valas comuns que autorizou que fossem abertas para se encontrar os desaparecidos da Guerra Civil (1936-1939) e da ditadura franquista (1939-1975).

O juiz da Audiência Nacional, principal instância judicial espanhola, anunciou, em 16 de outubro, que investigaria o destino de mais de 114.000 desaparecidos desse período.

Garzón tomou a decisão antes que a Audiência Nacional decida se é competente para realizar esta investigação.

A promotoria da Audiência Nacional recorreu da decisão de Garzón, já que se opunha à investigação, alegando que a competência correspondia aos tribunais territoriais.

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