Jovem é queimado vivo na Itália mas sobrevive e ajuda a prender seus agressores

A polícia italiana prendeu nesta sexta-feira os autores presumidos de uma agressão contra um jovem de 24 anos seqüestrado, espancado, amarrado e queimado vivo na Calábria, no sul da Itália.

AFP |

Três suspeitos, dois de 20 anos e um de 34, foram detidos pelos 'carabinieri'.

Dois deles admitiram ter seqüestrado Cristian Galati perto de Catanzaro na madrugada do dia 1. Eles o levaram a uma área deserta e o espancaram com pedaços de pau, antes de amarrá-lo a uma árvore, despejar gasolina nele e atear fogo em seu corpo.

Os agressores deixaram então o local e o jovem conseguiu se desamarrar e fugir. Ele percorreu uma centena de metros e foi visto por um camponês, que chamou os bombeiros.

Galati está atualmente em coma no hospital de Bari, e tem queimaduras gravíssimas em 40% do corpo. Segundo os médicos, ele tem poucas chances de sobreviver.

No entanto, a vítima conseguiu dar informações valiosas à polícia, permitindo a detenção de seus agressores.

De acordo com o jornal Corriere della Sera, Cristian Galati estava investigando o desaparecimento no fim de 2006 em circunstâncias ainda não elucidadas de seu irmão caçula, e estava muito perto de descobrir os autores do crime. Outra hipótese adiantada pelo jornal é que o jovem, que tinha recebido ameaças de morte, cobiçava a mulher de um mafioso local.

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