Josef Fritzl diz que lamenta e pede perdão

Eu lamento do fundo do meu coração. Infelizmente, eu não posso mudar nada agora, afirmou nesta quinta-feira o austríaco Josef Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.

AFP |

Mais cedo, a promotora Christiane Burkheiser pediu a pena máxima (prisão perpétua) para Fritzl, que durante 24 anos manteve em cativeiro e abusou da filha Elisabeth.

Ela pediu prisão perpétua para Fritzl, 73 anos, pelas acusações de sequestro e estupro da filha Elizabeth, hoje com 42 anos, e homicídio por negligência de um dos sete filhos que teve com a filha. O bebê morreu dois dias depois do parto por falta de atendimento médico.

"Houve homicídio por negligência e isto requer a pena máxima", declarou a promotora Christiane Burkheiser.

"Fritzl abusou da confiança das pessoas, enganando durante 24 anos todo seu entorno e as autoridades municipais de Amstetten", afirmou, a respeito da cidade que fica 130 km ao oeste de Viena, onde morava a família.

Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Josef Fritzl se declarou inocente das acusações de assassinato de escravidão, mas na quarta-feira admitiu todas as acusações.

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