Jornalistas mortos em 2008 chegam a 104, diz federação internacional

Bruxelas, 31 dez (EFE).- A Federação Internacional de Jornalistas (IFJ) informou hoje que, em 2008, 104 jornalistas foram assassinados ou morreram em acidentes durante o exercício de suas atividades, contra 179 óbitos registrados no ano anterior.

EFE |

A redução é a primeira após três anos consecutivos de aumento no número de jornalistas mortos, destacou a organização em seu relatório anual.

O presidente da IFJ, Jim Boumelha, encarou como "uma boa notícia" os dados do levantamento, mas lembrou que os números não representam um alívo para os profissionais que enfrentam "o risco de perderem suas vidas fazendo seu trabalho".

Além disso, Boumelha destacou que os óbitos registrados este ano apenas "retrocederam para os níveis" de 2003, quando teve início a guerra no Iraque.

Segundo os números da IFJ, 2008 termina com 84 profissionais de imprensa e comunicação assassinados, ao passo que 20 morreram no desempenho de seu ofício.

O Iraque, com 16 jornalistas mortos - todos iraquianos -, continuou sendo o país mais perigoso para o exercício desta profissão. Atrás nesse ranking, aparecem o México e a Índia, ambos com 10 profissionais mortos. EFE rcf/sc

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