Jornalistas foram seqüestrados por seus intérpretes na Somália

Nairóbi, 27 nov (EFE).- O fotógrafo espanhol José Cendón e o jornalista britânico Colin Freeman foram seqüestrados por seus três intérpretes somalis, que antes se pensava que haviam sido capturados com eles, informou hoje à Agência EFE o porta-voz da Presidência do Governo autônomo da Puntlândia (nordeste da Somália), Bile Mohamoud.

EFE |

"Os suspeitos pelo seqüestro são os três tradutores que tinham trabalhado para eles durante a última semana na questão da pirataria", declarou Mohamoud, que afirmou que não tinha informação de que até o momento tenham acontecido detenções em relação ao caso, embora não as tenha descartado.

Mohamoud também declarou que "não existe, por enquanto, nenhum conhecimento de que (os seqüestradores) tenham pedido um resgate" e afirmou que "as forças de segurança da Puntlândia estão atuando para encontrar os seqüestradores".

Cendón e Freeman, que trabalhavam juntos para o jornal britânico "Daily Telegraph" em uma reportagem sobre a pirataria na Somália, foram seqüestrados na última quarta em Bossaso, capital da região somali de Puntlândia.

Após sete dias em Bossaso, um grupo de homens armados os capturou quando tentavam ir para o aeroporto para abandonarem a região, base de piratas somalis que atuam no Oceano Índico e no Golfo de Áden.

EFE pa/fal

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG