Jornalistas americano e britânico são libertados no Zimbábue

Um tribunal do Zimbábue ordenou nesta segunda-feira a libertação sob fiança dos jornalistas americano e britânico detidos na última quinta-feira acusados de cobrir as eleições gerais de 29 de março sem o credenciamento oficial, informou o advogado do caso.

AFP |

"Ambos foram liberados após pagar fiança de 300 milhões de dólares (do Zimbábue)", revelou o advogado, Harrison Nkomo, aos repórteres que faziam plantão na porta do tribunal.

A fiança equivale a 10 mil dólares americanos, de acordo com a taxa de câmbio oficial.

Ambos devem se apresentar perante o tribunal na próxima quinta-feira e não poderão sair de Harare, segundo o advogado.

O correspondente do New York Times, Barry Bearak, de 58 anos, e o britânico de 45 anos foram detidos acusados de cobrir as eleições presidenciais no país, tomada por várias suspeitas de fraude e atraso na divulgação dos resultados.

Bearak deverá permanecer na embaixada americana e o britânico, que supostamente se feriu na prisão e lesionou as costas, será mantido em uma clínica, afirmou Nkomo.

fk/cl

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