Jornalista permanece há 3 dias retido em aeroporto de Israel

Jerusalém, 15 jan (EFE).- Jared Malsin, chefe do serviço em inglês da agência palestina independente Maan, permanecia hoje detido pelo terceiro dia consecutivo no aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv, sob a ameaça de ser expulso de Israel.

EFE |

Fontes da "Ma'an" disseram à Agência Efe que as autoridades israelenses mantêm Malsin, de nacionalidade americana, incomunicável e só permitiram que ligasse para seu advogado e a embaixada de seu país, que iniciou as gestões para evitar a expulsão.

"Apreenderam sua bagagem e ele não pode nem tomar banho", disseram as fontes, que afirmaram que a situação do jornalista é "ruim".

Afirmaram que, no momento da detenção, ao chegar a Ben Gurion em um voo procedente de Praga, as autoridades israelenses acusaram Malsin - que tem origem judaica - de estar em contato com ativistas internacionais "contrários ao Estado de Israel".

Segundo as fontes, as autoridades israelenses anunciaram que tomarão uma decisão sobre o caso no domingo, após o shabat, dia sagrado para os judeus, que começa hoje ao pôr do sol.

Várias organizações de jornalistas e associações de defesa da liberdade de expressão locais protestaram contra a detenção de Malin e pediram que as autoridades israelenses deixem o jornalista em liberdade para que possa continuar normalmente seu trabalho.

De caráter independente, a "Ma'an" tem sede em Belém. EFE amg/an

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