Bogotá 25 mai (EFE).- Pelo menos 12 chefes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) vivem fora do país e quatro deles pertencem ao Secretariado da organização guerrilheira, segundo um relatório publicado hoje pelo jornal El Tiempo.

Só três dos máximos chefes das Farc estariam no país, de acordo com um oficial de um organismo de inteligência, afirma a publicação.

Os comandantes rebeldes que seguem no país são Guillermo León Sáenz, ou "Alfonso Cano", máximo comandante da principal guerrilha colombiana, Jorge Briceño Suárez, conhecido como "Mono Jojoy", chefe militar das Farc, e Wilson Valderrama Cano, o "Mauricio".

Há um ano, Cano substituiu o fundador dessa organização rebelde, Pedro Antonio Marin, conhecido como "Manuel Marulanda Vélez" ou "Tirofijo", depois da morte do líder guerrilheiro.

O "El Tiempo" afirma que os três chefes "estão sendo combatidos pela ofensiva militar (do Governo colombiano), segundo interceptações, mensageiros humanos capturados e depoimentos de desertores".

"Os últimos comunicados emitidos pelas Farc foram despachados por 'Ivan Márquez' (Luciano Marín Arango), segundo o acompanhamento que fizemos", explica o oficial de inteligência. EFE rrm/db

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