O Papa Bento XVI presidirá em Sydney (Austrália) as segundas Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) de seu pontificado - um encontro fundado na década de 1980 por seu predecessor João Paulo II para entrar em contacto com os jovens de todo o mundo.

Os encontros cíclicos com os jovens católicos, iniciados em 1986, converteram-se em evento importante para a Igreja católica, que mede assim os desejos e inquietações das novas gerações.

A idéia de convocar as jornadas surgiu quase naturalmente de João Paulo II, eleito pontífice aos 58 anos; possuidor de um estilo jovial e atlético considerava os jovens "o futuro do mundo e a esperança da Igreja".

Até sua morte em abril de 2005, já enfermo e esgotado, João Paulo II cultivou relações privilegiadas com a juventude.

Depois das celebradas em Buenos Aires (Argentina, 1987) seguiram-se as de Santiago de Compostela (Espanha, 1989), Czestochowa (Polônia, 1991), Denver (Estados-Unidos, 1993), Manila (Filipinas, 1995), Paris (1997), Roma (2000), Toronto (Canadá, 2002) e Colônia (2005).

Segundo o cardeal Stanislaw Rylko, organizador das JMJ de Sydney, "é uma experiencia importante que demonstra a universalidade da Igreja ao reunir como numa só família jovens de povos e culturas diferentes".

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