Um novo jogo online foi desenvolvido em homenagem ao presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama. O jogo Super Obama World traz o democrata percorrendo um mundo virtual nos moldes do Super Mario World, da Nintendo.

O videogame tem um tom satírico, com Obama coletando bandeiras e se desviando de pitbulls de batom, lobistas e Sarah Palin.

O jogo está disponível, de graça, online, e os seus criadores planejam acrescentar outros episódios ao longo do mandato de Obama na Presidência americana.

O mundo virtual de Obama também tem as lojas de luxo Neiman Marcus e Saks Fifth Avenue, em referência à alegação de que os republicanos gastaram mais de US$ 150 mil em roupas usadas pela candidata republicana a vice, Sarah Palin.

Obama, que como candidato adotou a internet como uma das principais ferramentas de sua campanha, tem sido um fenômeno na rede - simpatizantes do democrata espalharam vídeos como I've got a crush on Obama em vários sites de fãs.

Isso pode explicar porque eleitores jovens preferiram os democratas em uma proporção de mais de dois para um.

Mudança
O Partido Republicano, do candidato derrotado por Obama, John McCain, já considera opções para ampliar e modernizar seus instrumentos de campanha.

Um grupo de jovens republicanos lançou um site chamado Rebuild the Party (Reconstruir o Partido, em tradução livre) para usar melhor a internet, melhorar o apoio de base e, segundo o próprio site, "começar a construir o futuro do nosso partido".

Erick Erickson, que lidera o projeto, disse que o Partido Republicano precisa apoiar a iniciativa e fazer da internet sua prioridade número um.

"A direita tem dificuldades em adotar a internet como deveria", disse. "Há mais gente de direita do que de esquerda online, mas a dificuldade é como atrair essas pessoas", afirmou.

"No dia 15 de janeiro, nós (o Partido Republicano) teremos uma nova liderança. Uma vez que ele - ou ela - assuma o posto, nós queremos ver um novo diretor de tecnologia dentro do Comitê Nacional Republicano", afirmou Erickson.

Patrick Ruffini, ex-diretor de campanha eletrônica do comitê, concorda.

"Esse é o momento de reanimar o partido. Quem quer que sejam os próximos líderes do partido, eles terão que lidar com esse problema de cara", afirmou.

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